quarta-feira, 1 de julho de 2009

Querendo um dia pra não pensar em nada!

quarta-feira, 17 de junho de 2009

e também que embaixo de coisa boa tem podridão.

mas isso não é nenhuma novidade...
Tô de tpm descobrindo lados podres nas pessoas...e esperando de verdade que embaixo da podridão exista coisa boa!

sexta-feira, 5 de junho de 2009

É incrível como a gente pode se enganar com as pessoas.
Não sei se são elas que são inteligentes demais, sagazes demais; ou se sou eu que sou meio lerda!
Acho na verdade que a circuntância acaba criando as pessoas, foi assim com uma amiga que em pouco tempo meio que virou meu alter ego! Vendo hoje, era uma coisa meio insuportável!! A gente fazia tudo junto..perdemos nossa individualidade...talvez por culpa minha, talvez dela, mas acho que principalmente por nossa!Hoje, depois do fim dessa amizade(amizade tem fim?) eu vejo que existem milhares de coisas que só eu posso fazer por mim.
Mas o pior mesmo, é quando a gente acredita que tá fazendo a coisa certa, com a pessoa certa. Que dessa vez vai ser diferente, porque ele É diferente. Que ele é sensível e carinhoso...e descobre que não era tãããão diferente assim, mais cedo ou mais tarde ele também decepciona!
É triste dizer, mas dá a impressão que vão ser todos assim...E passamos um tempo meio "fechadas" pro resto.
Aí um dia, a gente se encontra novamente disposta a passar por tudo isso de novo, independente de o final ser o mesmo ou, dessa vez, ser diferente...
É muita burrice nossa...e muita sorte deles!

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Tenho razão de sentir saudade, tenho razão de te acusar.
Houve um pacto implícito que rompeste e sem te despedires foste embora.
Detonaste o pacto. Detonaste a vida geral, a comum aquiescência de
viver e explorar os rumos de obscuridade sem prazo sem consulta sem
provocação até o limite das folhas caídas na hora de cair. Antecipaste
a hora. Teu ponteiro enloqueceu, enloquecendo nossas horas.
Que poderias ter feito de mais grave do que o ato sem continuação, o
ato em si, o ato que não ousamos nem sabemos ousar porque depois dele
não há nada?
Tenho razão para sentir saudade de ti, de nossa convivência em falas
camaradas, simples apertar de mãos, nem isso, voz modulando sílabas
conhecidas e banais que eram sempre certeza e segurança.

Sim, tenho saudades.

Sim, acuso-te porque fizeste o não previsto nas leis da amizade e da
natureza nem nos deixaste sequer o direito de indagar porque o
fizeste, porque te foste.

Carlos Drummond de Andrade


Queria conseguir dizer, com minhas palavras, da falta que meu Avô me faz. Mas nem o Drummond é suficiente...

sexta-feira, 8 de maio de 2009

"Você vê coisas e se pergunta: POR QUE?
Mas eu sonho com coisas que nunca existiram e me pergunto: POR QUE NÃO?"

George Bernard Shaw